Andrea, gosto da sua análise sobre Charlotte e o burnout, mas vejo que o maior problema da série está nas incongruências evolutivas de roteiro. O roteirista-chefe, que é gay, e o time de roteiristas mulheres e americanas parecem totalmente distantes do arquétipo e das realidades femininas atuais, provavelmente se chocando com os debates e polêmicas atuais da sociedade americana. Acho que a dinâmica das amizades na série, que mudou muito com a saída da Samantha (Kim Cattrall), apresenta diversas inconsistências. O erro na minha visão como escritor não foi trazer novas integrantes, mas sim não saber lidar com o desenvolvimento evolutivo das personagens femininas e LGBTQIAP+ para que continuassem fazendo sentido em uma série que já foi tão desbravadora nos anos 2000, e outro aspecto foi o impacto cultural de comportamento e na moda que era enorme. Eu estou com planos de rever todas as 3 temporadas, e tentar trazer um paralelo com São Paulo e uma análise sobre os arquétipos versus a realidade, considerando as diferenças culturais entre Estados Unidos e Brasil.
Sim, que sensacional esses pontos que você trouxe! Outro dia estava mesmo falando com umas amigas que essa direção que a série tomou me assustou com esse tanto de buracos e também de estar virando pra essa onda conservadora que tem sido mais clara nos Estados Unidos - o que vai muito contra o que a série retratava e que a Samantha fazia uma ponte incrível dando uma leveza até.
E com certeza, essa de trazer novas pessoas não foi acertada por terem perdido as personagens nessa passagem de tempo. Puxei aqui a Charlotte que acabou sendo uma das que mais seguiu a essência, mas se a gente fosse pensar na Miranda é quase como se tivessem trocado a pessoa de tão diferente que ela vem nessas últimas 3!
Amei muito essa ideia de análise das três temporadas! E já super me ofereço pra trocar ideias que são temas que ando estudando aqui nessa reta final da psicologia :)
Andrea, gosto da sua análise sobre Charlotte e o burnout, mas vejo que o maior problema da série está nas incongruências evolutivas de roteiro. O roteirista-chefe, que é gay, e o time de roteiristas mulheres e americanas parecem totalmente distantes do arquétipo e das realidades femininas atuais, provavelmente se chocando com os debates e polêmicas atuais da sociedade americana. Acho que a dinâmica das amizades na série, que mudou muito com a saída da Samantha (Kim Cattrall), apresenta diversas inconsistências. O erro na minha visão como escritor não foi trazer novas integrantes, mas sim não saber lidar com o desenvolvimento evolutivo das personagens femininas e LGBTQIAP+ para que continuassem fazendo sentido em uma série que já foi tão desbravadora nos anos 2000, e outro aspecto foi o impacto cultural de comportamento e na moda que era enorme. Eu estou com planos de rever todas as 3 temporadas, e tentar trazer um paralelo com São Paulo e uma análise sobre os arquétipos versus a realidade, considerando as diferenças culturais entre Estados Unidos e Brasil.
Sim, que sensacional esses pontos que você trouxe! Outro dia estava mesmo falando com umas amigas que essa direção que a série tomou me assustou com esse tanto de buracos e também de estar virando pra essa onda conservadora que tem sido mais clara nos Estados Unidos - o que vai muito contra o que a série retratava e que a Samantha fazia uma ponte incrível dando uma leveza até.
E com certeza, essa de trazer novas pessoas não foi acertada por terem perdido as personagens nessa passagem de tempo. Puxei aqui a Charlotte que acabou sendo uma das que mais seguiu a essência, mas se a gente fosse pensar na Miranda é quase como se tivessem trocado a pessoa de tão diferente que ela vem nessas últimas 3!
Amei muito essa ideia de análise das três temporadas! E já super me ofereço pra trocar ideias que são temas que ando estudando aqui nessa reta final da psicologia :)
https://sp24hrs.substack.com/p/se-fosse-em-sp-and-just-like-that
caraca amei o detalhamento! vou mudar a assinatura e ler com calma depois do trabalho <3